Faturamento Hospitalar: como otimizar a gestão e melhorar o retorno financeiro

Aumentar o faturamento hospitalar é a principal meta para 73% dos gestores de saúde, como revela o Panorama das Clínicas e Hospitais 2024. O estudo enfatizou a importância de práticas eficientes de gestão para otimizar resultados financeiros e operacionais. Por isso, vêm crescendo no mercado de saúde as tecnologias para controlar processos, atingir metas de crescimento e otimizar o retorno financeiro. Tecnologias, como a Inteligência Artificial, estão elevando o patamar de qualidade dos serviços oferecidos e melhorando a saúde financeira das instituições. O que faz um faturista hospitalar? O faturista hospitalar é o profissional responsável por gerenciar todo o ciclo de faturamento. Suas funções incluem verificar documentos e guias, realizar conferências de contas hospitalares, enviar cobranças e lidar com processos de glosas. É um papel essencial dentro do setor responsável pelo faturamento hospitalar. O que faz o setor de faturamento hospitalar? O setor de faturamento hospitalar é a área que gerencia todos os processos financeiros relacionados aos serviços médicos prestados. A equipe é responsável por otimizar o fluxo de caixa da instituição, garantir a conformidade das cobranças e maximizar o retorno financeiro. Essas atividades visam a redução de perdas por glosas e processos de cobrança mal executados. Para alcançar esta eficiência, o setor precisa seguir boas práticas. Como fazer faturamento hospitalar? O faturamento hospitalar exige um controle rigoroso das documentações, a automatização de processos e o acompanhamento próximo dos pagamentos e das glosas. Sistemas específicos para gestão hospitalar ajudam nesse monitoramento. Eles integram os dados e facilitam a auditoria dos processos. Assim, evitam falhas operacionais que comprometem o faturamento. O que impacta no faturamento hospitalar? Diversos fatores afetam diretamente o faturamento hospitalar. Entre eles, o tempo de permanência dos pacientes, a taxa de ocupação dos leitos, a frequência de glosas e a variabilidade nos procedimentos. Abaixo estão alguns pontos que costumam impactar o faturamento. Tempo de Permanência Prolongado Uma permanência superior a sete dias aumenta o risco de infecção hospitalar, de acordo com a Agência Nacional de Saúde Suplementar. Além disso, o maior o tempo de permanência também gera maior o custo para o hospital, o que impacta no faturamento. Baixa Ocupação de Leitos Um longo tempo de permanência causa uma baixa rotatividade de leitos e uma elevada taxa de ocupação. Por sua vez, a subutilização de leitos impacta negativamente no faturamento hospitalar, pois representa um custo fixo não recuperado. Variabilidade nos Procedimentos Diferenças nos protocolos dos procedimentos podem levar a inconsistências e gerar custos adicionais. Glosas e Atrasos de Operadoras Erros no processo de faturamento levam a glosas, que são valores rejeitados pelas operadoras. Logo, não há repasse para o hospital. Os atrasos de autorização também são um problema. De acordo com a ANS, o prazo para que as operadoras de saúde autorizem ou não um procedimento é de até 21 dias. No entanto, por falhas nos processos, tanto do hospital quanto da operadora, esse SLA (Acordo de Nível de Serviço) não é cumprido. Isso significa que a melhoria de fluxos hospitalares, antes do envio do requerimento à operadora, facilita e agiliza o processo de autorização. Esta otimização impacta diretamente no faturamento hospitalar. 3 passos para otimizar o faturamento hospitalar Para otimizar o faturamento hospitalar, é essencial investir em processos eficientes, na padronização de protocolos e na utilização de tecnologias de gestão. Algumas estratégias eficazes incluem: Para colocar essas estratégias em prática, os hospitais estão investindo em tecnologias para melhoria do processo de faturamento hospitalar, como a Inteligência Artificial. Como melhorar o faturamento hospitalar com Inteligência Artificial? A Inteligência Artificial é uma das ferramentas mais poderosas para otimizar o faturamento hospitalar. Ela é fortalecida pelo uso em conjunto com a técnica de Process Mining. A tecnologia é integrada para mapear processos e identificar gargalos, desvios e oportunidades de redução de custos. Uma das formas de uso da IA na gestão hospitalar está no monitoramento do ciclo de receita hospitalar de forma contínua. Insights são gerados em tempo real para uma tomada de decisão mais estratégica. Outra forma é monitorar as linhas de cuidado de maneira ampla e generalizada, auxiliando a equipe assistencial a organizar processos operacionais. Exemplos da IA na gestão financeira hospitalar Com a UpFlux (IA para gestão de processos), foi identificado R$1,5 milhão em oportunidades de melhoria. Isso possibilitou a redução de custos hospitalares no Hospital Unimed São José do Campos, no estado de São Paulo. Outro exemplo é trazido pelo Daniel Teixeira, Especialista em Saúde e COO do Grupo Unity, que utilizou a UpFlux. Eles passaram a ter um processo de faturamento ágil e as linhas de atividades hospitalares, organizadas. Esta otimização foi realizada no ciclo de faturamento hospitalar com o uso da UpFlux. Assista e conheça esta história: Inteligência Artificial para o Ciclo de Receita Hospitalar Com soluções assistenciais para a saúde, UpFlux otimiza linhas de cuidado, protocolos assistenciais, jornada do paciente e centro cirúrgico. Para a gestão financeira, UpFlux oferece uma aplicação específica para a Gestão Inteligente do Ciclo de Receita Hospitalar. A plataforma entrega uma visão 360º, detectando atrasos na cobrança, glosas e prejuízo financeiro. Quer uma demonstração? Assista ao vivo como UpFlux pode otimizar o faturamento hospitalar do seu hospital:
Como otimizar resultados com a Melhoria Contínua de Processos

Gestores que buscam excelência e crescimento sustentável precisam se atualizar quanto às melhores práticas para uma melhoria contínua de processos. Neste artigo, você vai se aprofundar em conceitos, metodologias e as ferramentas essenciais para impactar na redução de custos da empresa e em uma melhor experiência para os seus clientes.
Inteligência Artificial na Saúde: aplicações, benefícios e tendências para o setor

A inteligência artificial (IA) está transformando a saúde, aliviando a sobrecarga dos profissionais através da automação de tarefas administrativas e melhorando a qualidade do atendimento ao paciente com decisões mais informadas e precisas.
A IA também está otimizando a alocação de recursos e melhorando a precisão dos diagnósticos, permitindo intervenções mais oportunas. Além disso, a personalização do atendimento ao paciente é possível através da análise de dados do paciente, resultando em tratamentos mais eficazes.
Procure-to-Pay (P2P): como aumentar a eficiência do processo com IA

O Procure-to-Pay (P2P) é um processo empresarial diz respeito às compras, pagamentos e gestão financeira. No entanto, muitas organizações ainda enfrentam desafios de gestão no processo que prejudicam o pleno funcionamento da empresa, como falta de visibilidade, falta controle de fornecedores e de compliance, e até compras com atividades de retrabalho e bloqueios. Neste artigo, exploraremos o que é P2P e como funciona, bem como as melhores práticas para implementar e gerenciar um processo de compras eficiente com a ajuda da tecnologia. Por isso, muitas empresas adotam soluções de P2P para automatizar e otimizar esse processo. O processo de P2P geralmente é composto por etapas que iniciam na identificação da necessidade e solicitação da compra e seguem até o pagamento definitivo aos fornecedores. Essas atividades podem ser extremamente demoradas e dispendiosas quando feitas manualmente, uma vez que passam pelas mãos de muitas pessoas e áreas diferentes – o que não indica que, por conta disso, estejam livres de erros. É por isso que gestores de suprimentos que buscam aumentar a eficiência adotam soluções de P2P baseadas em software para otimizar o processo, reduzir erros e retrabalhos, além de melhorar o controle sobre os gastos. E uma das formas de conseguir realizar isso é aumentando o percentual de entregas no prazo, conhecido por On-Time Delivery ou OTD. Antes que uma organização possa adquirir e pagar por bens e serviços, ela deve primeiro determinar o que realmente precisa. Esta primeira etapa envolve o departamento aplicável (por exemplo, marketing, RH, vendas, etc.) identificando o que é necessário, qual fornecedor em potencial é o mais adequado e quanto custará os produtos ou serviços. Em seguida, o departamento deve criar uma requisição de compra, uma solicitação de compra interna que a contabilidade deve revisar. Se a contabilidade aprovar a requisição de compra, o departamento de compras enviará um documento chamado ordem de compra (PO) – a solicitação de compra oficial voltada para o exterior – ao fornecedor. Depois que o departamento cria e envia uma requisição de compra – e a contabilidade a aprova – um documento chamado ordem de compra (PO) vai para o fornecedor. Um PO é um documento enviado a um fornecedor declarando o escopo do trabalho que está sendo acordado. Tanto o comprador quanto o fornecedor devem aprovar este documento. Em seguida, o pedido de compra deve ser aprovado por várias partes interessadas. A primeira parte que precisa dar luz verde a uma PO é a equipe de contabilidade do comprador. Frequentemente, os pedidos de compra são rejeitados e devem ir e voltar dentro da organização até que todas as informações estejam corretas. Depois que as equipes necessárias do lado do comprador forem assinadas, o fornecedor receberá o pedido de compra e deverá concordar com ele. O processo de aprovação de ordens de compra é uma etapa necessária, principalmente quando as empresas possuem um processo P2P manual, pois a aprovação pode detectar erros importantes. No entanto, a aprovação pode ser uma etapa complicada do processo P2P geral, pois o pedido de compra deve passar por várias mãos e pode encontrar muitos gargalos. Uma vez que o comprador tenha realmente recebido as mercadorias solicitadas, ele verificará a qualidade do pedido: o fornecedor enviou o número certo de produtos? O produto em si está em boas condições? Se esse tipo de coisa estiver em ordem, o comprador emitirá um recibo de mercadoria. O recebimento de mercadorias aciona algumas ações: Depois que os serviços ou mercadorias solicitados forem concluídos ou recebidos, o fornecedor enviará uma fatura, que é diferente de um pedido de compra e um recebimento de mercadorias. Esta fatura vai para a equipe de contas a pagar, que precisará revisá-la para garantir que as informações estejam alinhadas com alguns dos documentos anteriores gerados ao longo do processo de aquisição para pagamento, ou seja, o pedido de compra e o recebimento de mercadorias. Essa comparação dos três documentos – o pedido, o recebimento de mercadorias e a fatura – é conhecida como conciliação tripla. Se tudo for verificado após a correspondência de três vias, a fatura poderá ser oficialmente aprovada. Por fim, a equipe de contas a pagar do comprador inserirá a fatura do fornecedor no sistema de contabilidade da organização – um processo que, quando feito manualmente, é demorado e pode estar repleto de erros caros. Embora as organizações modernas dependam de software para ajudar a automatizar o processo, algumas empresas ainda usam a abordagem manual do passado, que exige que a fatura de cada fornecedor seja digitada no sistema de contabilidade, passe pelas pessoas apropriadas para aprovação e, eventualmente, seja paga. Os maiores desafios da gestão de P2P A gestão de Procure to Pay é comumente uma tarefa complexa e desafiadora para as empresas, envolvendo diversos aspectos que precisam ser gerenciados adequadamente para garantir a eficiência do processo e a satisfação de ambas as partes (empresa-fornecedor). Alguns dos principais desafios enfrentados na gestão de P2P incluem: Dicas e boas práticas para a gestão de P2P Para garantir a eficiência do processo e reduzir custos no seu processo de compras, é importante adotar algumas boas práticas. Abaixo, listamos algumas dicas úteis para a gestão de P2P: Leia também: Benefícios da automação para o processo de compras No mundo empresarial moderno, é comum a coleta de uma grande quantidade de dados por meio de diferentes sistemas. No entanto, o desafio reside em unir todas essas informações fragmentadas em uma única plataforma, facilitando a análise e o entendimento. A tecnologia de Process Mining surge como a solução ideal para esse desafio. Ela vasculha os dados de todos os seus processos de negócios, detectando padrões e identificando áreas de melhoria. Quando usada para integrar os sistemas financeiros com o P2P (Purchase to Pay), a Process Mining ajuda a encontrar e resolver ineficiências, tornando todo o processo de compra até pagamento mais eficiente e econômico. Leia também: Como IA e Process Mining ajudam a otimizar o processo de P2P? A gestão de P2P (Procure-to-Pay) pode ser uma tarefa complexa para as empresas, e é nesse cenário que a tecnologia de Inteligência Artificial (IA) e Process Mining se destaca
Transformação digital na saúde: 5 tecnologias e cases de inovação no setor

A união entre ciência e tecnologia está revolucionando o setor da saúde. O uso de dados e outras oportunidades trazidas pela transformação digital possibilitam às instituições de saúde definirem prioridades, estratégias e promoverem uma cultura digital para implementar processos inovadores. Neste artigo, apresentamos o conceito de transformação digital na saúde e os desafios envolvidos, além de 5 tecnologias essenciais para impulsionar a transformação e cases de instituições que inovaram com a Inteligência Artificial. Dessa maneira, a transformação digital nas empresas visa migrar os processos para um ambiente digital e permitir um escalonamento das ações para reinventar todos os aspectos de um negócio, não apenas relacionados à tecnologia. Essa transformação muda também a mentalidade das pessoas e empresas envolvidas, exigindo um pensamento mais moderno e inovador para acompanhar sua evolução. Desafios para a transformação digital na saúde Um dos principais desafios das instituições para realizarem a transformação digital na saúde é promover a inovação com tecnologias que atendam às necessidades assistenciais e operacionais sem deixar de lado aspectos essenciais para manter a segurança e experiência do paciente durante toda a sua jornada dentro do hospital. Além disso, a resistência às mudanças também pode ser um grande problema. Os profissionais da área da saúde podem ser, por vezes, muito fechados às transformações propostas ao mesmo tempo que essa área é uma das que mais se beneficiam com o uso de tecnologia. Nesse aspecto, promover uma cultura voltada à análise de dados e que pauta a tomada de decisão em informações concretas pode fazer toda a diferença no dia a dia da equipe assistencial e também dos pacientes. Como promover a transformação digital na saúde? As instituições precisam se atentar aos seguintes pilares para promover a transformação digital na saúde: negócio, tecnologia, experiência do paciente, cultura e interoperabilidade. Negócio A implementação da transformação digital na saúde impacta desde a equipe assistencial até o jurídico de uma instituição de saúde. Saber como cada ponto irá afetar individualmente os times e como eles irão trazer benefícios para a equipe, entendendo seu propósito, é um dos pilares que sustentam a transformação digital na saúde. Tecnologia Se um processo pode ser automatizado, então ele deve ser automatizado. Isso significa que sempre que algo puder ser feito mecanicamente, ele não depende de uma ação humana estratégica, o que apenas toma tempo dos profissionais que poderia ser revertido em outro trabalho. Além disso, os indicadores gerados nos processos automatizados podem melhorar muito o trabalho da gestão e do atendimento nessas instituições. Experiência do paciente Os pacientes estão no centro da transformação digital na saúde. Antes de aplicar qualquer solução, pense em como isso irá impactar seus pacientes, onde ele irá realizar cada ação proposta pelo seu novo modelo de processo e como será sua satisfação após usar os seus serviços. Cultura organizacional As mudanças da tecnologia acontecem muito rapidamente e estão em constante transformação. Nesse sentido, a instituição precisa adotar um olhar menos conservador em relação à transformação digital na saúde, prezando por uma equipe que reconheça a melhoria de processos como algo essencial no cuidado ao paciente. Interoperabilidade Interoperabilidade significa que todas as operações são feitas de forma conjunta. Ou seja, a partir desse princípio, é possível trabalhar de forma integrada e simultânea, definindo normas padrão. A interoperabilidade permite a conexão de diferentes tecnologias, implementando regras padronizadas para que o processo seja seguido. Na saúde, a interoperabilidade permite uma troca de dados entre ferramentas utilizadas para melhorar o cuidado ao paciente. 5 tecnologias para a transformação digital na saúde Muitos dos problemas enfrentados pelo paciente no dia a dia das instituições poderiam ser resolvidos de forma muito mais eficiente com o uso inteligente de tecnologia aplicada à saúde. Algumas delas já são uma realidade dentro de muitos hospitais, como: big data, machine learning, internet das coisas, computação em nuvem, Inteligência Artificial e Process Mining. 1. Big Data Na era digital, todos os processos automatizados são guiados por dados. Nesse sentido, algumas ferramentas são capazes de processar e coletar uma grande quantidade de dados para fazer análises inteligentes. O big data faz esse trabalho, extraindo informações necessárias, permitindo a organização e comparação das informações. 2. Machine Learning O Machine Learning é traduzido livremente como “aprendizado de máquina”. Ele permite que as máquinas compreendam a linguagem humana e interpretem dados, tomando decisões por conta própria, sem que seja necessária a intervenção de um profissional. 3. IoT (Internet das Coisas) O IoT permite que dispositivos e equipamentos se conectem e coletem dados dos pacientes, permitindo uma visão mais ampla dos problemas. Além disso, ela permite a automação de máquinas para que a inteligência computacional seja aplicada e para que tudo funcione de forma automatizada, conectando equipamentos à distância com autonomia. 4. Computação em nuvem O armazenamento físico nas instituições de saúde pode se tornar uma dor de cabeça muito grande. O uso da computação na nuvem substitui o armazenamento físico de informações e dados dos pacientes, eliminando também o uso de servidores. 5. IA e Process Mining A tecnologia de Inteligência Artificial e Process Mining faz a extração de dados dos sistemas utilizados por instituições de saúde, como prontuários eletrônicos e ERPs. A partir desses dados, ela identifica ineficiências como desperdícios, gargalos e retrabalhos ao longo da jornada do paciente. Com essa identificação, a tecnologia fornece insights em tempo real que são embasados em dados e garantem confiabilidade à tomada de decisão. O resultado: melhora da qualidade e da eficiência na assistência ao paciente, além de melhora do giro de leitos e redução do desperdício de recursos. Uma inovação que vem sendo adotada por hospitais brasileiros a partir da tecnologia de IA e Process Mining é o Command Center Hospitalar, uma central de monitoramento em tempo real da jornada do paciente. Conheça, a seguir, algumas histórias de sucesso. Cases de transformação digital na saúde O setor de saúde está se beneficiando cada vez mais de soluções tecnológicas que otimizam processos e melhoram a qualidade dos atendimentos. Entre os casos mais recentes de transformação digital na saúde, estão os que utilizam um
OTIF: um indicador essencial para aumentar a performance das entregas

OTIF é um indicador fundamental de eficiência para diversos setores de uma empresa, como supply chain, logística, compras e comercial, além de ser crucial para garantir a satisfação dos clientes. Ao medir a eficiência das entregas com base no cumprimento de prazos e conformidade com as especificações do pedido, o OTIF permite que as áreas de compras e logística otimizem processos, reduzam custos e melhorem a gestão de estoque. No âmbito comercial, o indicador é um aliado estratégico para fortalecer parcerias e construir relacionamentos de confiança com clientes. Dessa forma, o OTIF impulsiona a performance global da empresa, promovendo excelência operacional e aumentando a competitividade no mercado. Entenda neste artigo mais sobre o indicador OTIF, como fazer o cálculo desta métrica e implementar, além dos motivos da sua adoção pelas empresas. Você verá também dicas práticas sobre como integrar a utilização do OTIF às suas operações. Fórmula do OTIF (On-Time x In-Full) / 100 Já para a obtenção dos dados de On-Time e In-Full, deve-se dividir o número de pedidos correspondentes pelo número total de pedidos e, ao final, multiplicar o valor por 100. Fórmula do On-Time (Nº Pedidos Entregues no Prazo / Nº Total de Pedidos) x 100 Fórmula do In-Full (Nº Pedidos Entregues Completos / Nº Total de Pedidos) x 100 Felizmente, existem ferramentas que captam essas informações de forma automática. Com a ajuda da Inteligência Artificial, elas geram não apenas a porcentagem do OTIF, mas insights para otimizações e melhorias de performance a partir deste indicador. Por que as empresas usam OTIF para medir a performance das entregas? Para entender as perspectivas da cadeia de suprimentos sobre o OTIF, a Trading Partner Alliance (TPA) e a McKinsey conduziram uma pesquisa com 24 grandes varejistas e fabricantes de bens de consumo que operam na América do Norte. Alguns apontamentos sobre a pesquisa ilustram a importância do indicador para as empresas: “Para evitar esses encargos, os fabricantes podem ser forçados a tomar medidas de mitigação, incluindo entregas aceleradas ou o estabelecimento de cadeias de suprimentos dedicadas para clientes específicos.” O estudo também traz uma proposta de padrão para a análise do OTIF entre as empresas para alinhamento de expectativas de negócios. Em quais áreas é utilizado? O KPI (Key Performance Indicator) OTIF é utilizado pela cadeia de suprimentos, logística, gestão de dados e pelo varejo, contribuindo para objetivos em cada perspectiva, como descrito a seguir. OTIF em Supply Chain e Logística: empresas que precisam gerenciar e otimizar suas operações de entrega OTIF no Varejo (B2B e B2C): negócios que dependem de entregas precisas para clientes finais ou outras empresas OTIF em Tecnologia e Gestão de Dados: empresas que buscam implementar uma gestão baseada em indicadores-chave e dados de performance Para potencializar o acompanhamento deste indicador em diferentes setores, as empresas estão utilizando tecnologias inteligentes que aumentam a rastreabilidade dos processos e permitem o monitoramento em tempo real das entregas. Tecnologias e ferramenta para acompanhar entregas completas e no prazo As tecnologias de Inteligência Artificial (IA) em conjunto com Process Mining (ou Mineração de Processos) são atualmente aliadas estratégicas das companhias para monitorar indicadores chave para o negócio, como o On Time In Full. Elas permitem a visualização completa de processos e gera instantaneamente relatórios detalhados de performance. É o caso da UpFlux, empresa Artificial brasileira reconhecida internacionalmente como a principal ferramenta de IA e Process Mining para Otimização de Processos da América Latina. Com soluções desenvolvidas para a cadeia de suprimentos, setor de Compras e setor de Vendas, fornece insumos para acelerar tomadas de decisão com impacto no aumento da eficiência operacional e na redução de custos, melhorando negociações em Compras e a satisfação dos clientes em Vendas. Dicas práticas para integrar o OTIF às suas operações Integre o acompanhamento do OTIF às atividades diárias da gestão de Vendas e de Compras utilizando a IA da UpFlux: OTIF em Vendas OTIF em Compras Conheça todos os recursos da ferramenta! Assista a uma demonstração ao vivo da UpFlux. Inscreva-se em nossos webinars gratuitos:
Como reduzir o tempo de permanência hospitalar?

Os centros cirúrgicos e hospitais, de modo geral, apresentam desafios recorrentes que resultam em questões como um baixo retorno financeiro, baixa rotatividade de leitos, atrasos nos tempos de autorizações e solicitações, variabilidade de procedimentos, falta de segurança do paciente, entre outros problemas. Muitos desses pontos podem implicar em um tempo de permanência hospitalar excedente. Sendo o leito hospitalar um recursos essencial, complexo e caro, ele deve ser gerenciado com a devida importância. É preciso assegurar a rotatividade de leitos, reduzindo o tempo de permanência hospitalar, permitindo o aumento do número de procedimentos realizados e, consequentemente, impactando diretamente no alcance da meta financeira da instituição. No entanto, como melhorar o tempo de permanência hospitalar para que ele impacte positivamente em outros processos na instituição de saúde? No decorrer deste artigo, explicamos como seu hospital poderá conquistar um adequado tempo de permanência utilizando a Inteligência Artificial. O aumento da média de permanência hospitalar significa, entre outras variabilidades e intercorrências, que se um paciente se mantém dentro da instituição de saúde por mais tempo do que o ideal, alguns processos podem estar falhando. E isso impacta diretamente em outros setores, gerando atrasos e ineficiências. E isso não causa apenas um prejuízo para as instituições de saúde. De acordo com a ANS, a média de permanência em hospitais agudos acima de sete dias está diretamente relacionada ao aumento do risco de infecções hospitalares em pacientes. Ou seja, quanto mais tempo dentro da unidade de saúde, mais chances o paciente tem de desenvolver um novo agravante. Infecções em sítio cirúrgico, complicações e reabordagens não programadas são alguns dos problemas que devem sempre ser avaliados para que o paciente saia da instituição com segurança. Isso impacta não só sua saúde, mas também sua experiência com a instituição, nos custos gerados com diárias e na eficiência da equipe assistencial. Ainda de acordo com a Agência Nacional de Saúde, o acompanhamento desta métrica ajuda hospitais com: Sendo esse um indicador essencial para entender a dinâmica de uma unidade de saúde, correlacionado à gestão de leitos, é possível entender a importância da monitoração da jornada do paciente, desde a solicitação do procedimento, até sua internação. É a partir desse controle que é possível identificar oportunidades para mitigar atrasos e também a garantir uma alta hospitalar segura. O comanejo clínico, por exemplo, tem sido um grande aliado na redução desse tempo e na melhora da experiência na jornada do paciente. No entanto, de que forma as equipes assistenciais analisam processos gerais e também as possíveis falhas desde o pré-operatório ao pós-operatório? As novas tecnologias têm se mostrado essenciais para a otimização da gestão hospitalar. Nesse cenário, a tecnologia aparece como uma alternativa para reduzir o tempo de permanência geral de pacientes. Analisando de ponta a ponta a jornada do paciente por intermédio de uma solução, a equipe assistencial consegue identificar situações durante todo cuidado ao paciente, avaliando não apenas o período de internação, mas também o tempo consumido em que esteja na instituição. Nesse sentido, descobrir o que acontece em toda a jornada do paciente se torna indispensável para que todo o processo ganhe agilidade. Como conhecer a jornada completa do paciente? Por meio de um mapeamento de processos, é possível conhecer em detalhes a jornada do paciente internado. Entender onde estão as possíveis causas do aumento do tempo de permanência permite entender se esse tempo aumentado foi devido ao quadro clínico do paciente ou a um erro de processos. A tecnologia que faz o mapeamento da jornada do paciente entrega aos hospitais o conhecimento sobre todo o fluxo hospitalar, seja ele cirúrgico ou não, em seu mais profundo nível de detalhamento. Dessa maneira, a instituição descobre o comportamento do processo, pode avaliar sua conformidade com protocolos e linhas de cuidado, e implementar ações para a melhoria contínua da qualidade do atendimento. Mas, atenção: muitas soluções, como as de Business Intelligence, por exemplo, apontam apenas que os fluxos não estão performando conforme deveriam. Em outras, é possível visualizar a causa raiz de ineficiências que estão impactando no tempo de permanência, custos e experiência do paciente, como é o caso da tecnologia de Inteligência Artificial (IA) com o Process Mining. Ao apontar as causas dos problemas, ela ajuda a equipe a agir de forma proativa para evitar maiores atrasos e danos à segurança e experiência do paciente. IA e Process Mining para redução do tempo de permanência Uma das vantagens da utilização da tecnologia de IA e Process Mining da UpFlux é a colaboração como suporte operacional. A partir da visão geral de um quadro Kanban, são mostrados de maneira objetiva os casos com violações, destacados em vermelho, e os que estão em conformidade, destacados em verde. Desta forma, a ferramenta entrega 100% de transparência sobre todos os atendimentos. É possível conferir todos os casos que sofreram violações e entender suas causas, assim como os principais responsáveis. Além disso, o quadro Kanban apresenta todas as etapas do processo em tempo real para diferentes equipes, otimizando o tempo de trabalho. Enquanto uma equipe fica focada em acompanhar o tempo do paciente, outra se atém aos custos e uma terceira foca na medicação ou nos cuidados como um todo. Monitoramento contínuo Alinhado ao quadro Kanban, também estão os dashboards para redução de esforço de monitoração da jornada do paciente. De forma simples é possível ver se o trabalho está sendo feito de forma efetiva, arrastando e soltando gráficos e quadros para que o painel analítico mostre o que é necessário monitorar durante as atividades do dia a dia. Por fim, todo processo pode ser revisitado e analisado pela equipe assistencial, visualizando como os processos acontecem em sua realidade. A descoberta permite a visualização por diferentes perspectivas: frequência de casos, tempos, custos e também por grupos de pacientes, mostrando as variabilidades que podem ocorrer durante o tratamento para que a equipe se antecipe aos desperdícios. As funcionalidades da plataforma UpFlux Process Mining estão sendo utilizadas por mais de 100 clientes em todas as regiões do país. Na sua aplicação, gera resultados extremamente positivos e colabora com pontos essenciais, como a produtividade dos times, reduzindo custos, tempo de permanência hospitalar, otimização da gestão de leitos, alcance das metas financeiras, melhorias no processo de aprovação de cirurgias com as operadoras, entre outros pontos. Assim, Process Mining colabora também na eliminação de desperdícios na saúde. Por ser uma ferramenta de uso remoto, todas
7 estratégias para reduzir custos na empresa utilizando Inteligência Artificial

Em um ambiente de negócios cada vez mais competitivo, a redução de custos operacionais tornou-se uma prioridade estratégica para muitas empresas. No entanto, a implementação de um programa eficaz de redução de custos pode ser um desafio significativo. As empresas devem considerar uma série de questões-chave para garantir que seus esforços de redução de custos sejam bem-sucedidos e sustentáveis a longo prazo. Primeiramente, é crucial definir um objetivo de redução de custos. Mas como saber se esse objetivo é alcançável? E se a empresa precisa de uma mudança mais transformacional? A velocidade também é um fator importante: a empresa precisa reduzir custos no próximo mês ou no próximo ano?
As organizações que não consideram essas questões podem se tornar vítimas de metas invalidadas, execução deficiente e custos que gradualmente voltam a aumentar. Neste post, vamos explorar essas questões e fornecer estratégias eficazes para reduzir custos em sua empresa.
Como reduzir custos hospitalares com Inteligência Artificial

A redução de custos é um desafio comum para gestores de empresas de diversos setores. No entanto, essa questão se torna ainda mais complexa nos hospitais, onde é fundamental que as decisões de gestão não comprometam a segurança e a qualidade do atendimento ao paciente. Para aumentar a eficiência da gestão financeira hospitalar, gestores estão recorrendo a tecnologias para aumento da visibilidade dos processos. A Inteligência Artificial, associada ao Process Mining (ou Mineração de Processos), permite uma visão detalhada do processo e o monitoramento contínuo e em tempo real das atividades. Para a gestão financeira, esse acompanhamento possibilita monitorar custos e identificar oportunidades de redução de desperdícios sem interferir no cuidado ao paciente. A seguir, entenda como a tecnologia atua para apoiar gestores e hospitais na otimização de recursos financeiros. Como a visão do processo ajuda a monitorar custos hospitalares? Todo os investimentos em um hospital constituem os custos hospitalares. Isso significa que todos os processos necessários para que o hospital mantenha seu funcionamento devem ser observados pela gestão de custos. Esses investimentos incluem materiais de limpeza e higienização, custos dos profissionais, energia elétrica, medicamentos, insumos e equipamentos. Também se referem a todos os gastos com itens necessários para que a instituição proporcione o melhor atendimento ao paciente. Ou seja, também diz respeito a processos assistenciais e atividades de apoio. O uso de materiais para assistência e os procedimentos realizados também impactam diretamente no custo de uma linha de cuidado. Por isso, este acompanhamento faz parte de uma boa gestão de custos hospitalares. Uma boa gestão de custos hospitalares envolve analisar quais procedimentos geram mais custos do que rendimentos. Por este motivo, o objetivo de uma gestão de custos hospitalares é organizar as despesas e administrá-las da forma correta para que isso não afete a sustentabilidade financeira do hospital. Mas tudo isso precisa ser realizado considerando a manutenção ou melhoria da qualidade no cuidado ao paciente e das condições de trabalho dos colaboradores. Para alcançar uma gestão que contemple todas essas especificidades, hospitais têm adotado a perspectiva de gestão de processos. Aplicada no processo financeiro, ela permite uma visão detalhada das oportunidades para reduzir custos hospitalares enquanto aponta a causa raiz de valores excedentes aos planejados. Quais são os custos hospitalares? Para compreender como cada ação impacta na saúde financeira de um hospital, primeiramente precisamos entender melhor alguns conceitos que fazem parte desse tema. Desta forma, para que a gestão de custos hospitalares seja eficiente, é preciso entender esses conceitos. Na prática, sejam materiais que geram custos diretos ou indiretos no cuidado ao paciente, fixos ou variáveis, tudo precisa estar disponível e organizado para que o serviço seja executado da melhor maneira pelos profissionais. Como gerir custos hospitalares? Para maior controle sobre as despesas, a separação dos gastos por departamento pode ser uma boa ideia. Essa organização confere melhor panorama dos custos hospitalares, além de permitir a visualização comparativa entre eles. Após esta organização, siga estes 5 passos: Observe que traçar as melhores oportunidades para a otimização dos custos hospitalares não é uma tarefa fácil. Por isso, contar com tecnologias aplicadas à saúde otimiza tempo da gestão e garante processos mais organizados. Neste sentido, a Inteligência Artificial não apenas organiza processos, mas gera alto impacto na administração hospitalar. 5 benefícios da Inteligência Artificial para a gestão de custos hospitalares A Inteligência Artificial em conjunto com a tecnologia de Process Mining tem ajudado instituições na descoberta, monitoração e melhoria de processos a partir da extração de dados de prontuários eletrônicos e sistemas ERPs que essas organizações já utilizam no seu dia a dia. A partir desses dados, a plataforma mapeia processos e oferece insights para dar mais confiabilidade à tomada de decisão. Conheça a seguir 5 benefícios que as instituições de saúde têm ao adotar essas tecnologias para otimizar custos hospitalares. Redução de desperdícios com materiais Questionar erros e desvios em materiais usados após o seu desperdício é uma medida pouco eficiente. Mas olhar para trás e conseguir visualizar quais foram os erros e desvios na utilização de materiais fornece insumos para a melhoria do percurso. A Inteligência Artificial faz essa varredura e ainda permite identificar padrões e processos relacionados ao mau uso de materiais e outros recursos. Além de direcionar ações corretivas para que processos inteiros sejam melhorados, a tecnologia sinaliza riscos de custos desnecessários para que as melhores decisões sejam tomadas antes que desperdícios ocorram. Assim, a equipe assistencial consegue visualizar onde o problema está ocorrendo em tempo real para resolvê-lo na mesma hora. Isso é possível porque IA e Process Mining realizam um mapeamento automático de processos, apontando gargalos, desperdícios e desvios ao longo de uma jornada, e sua relação com custos. Ao fornecer insights para a redução de ineficiências, a gestão hospitalar consegue direcionar planos de ação para eliminar a causa raiz de problemas que causam custos excedentes e não planejados. Redução de custos com tempo gasto a mais dos profissionais Na plataforma de IA, é possível definir regras de automação que indicam ao usuário sempre que um processo foge do padrão, como o desvio de um paciente de seu protocolo gerenciado. Isso permite que o profissional consiga distinguir quais tarefas merecem a sua atenção e reparo, bem como as que estão em pleno funcionamento, em um simples painel de gestão à vista. Dessa forma, com as regras determinadas e automatizadas, o time assistencial consegue visualizar um quadro para gestão por Kanban, onde as operações com não conformidade ficam destacadas em vermelho, enquanto as em conformidade ganham um destaque em verde. Nesse formato de monitoração, é possível melhorar a produtividade e, consequentemente, reduzir custos hospitalares decorrentes do gasto de tempo dos profissionais. Veja abaixo como o Kanban da plataforma de IA evidencia para a equipe os casos que sofreram violações de acordo com as regras estabelecidas (em vermelho), das que seguiram corretamente (em verde). Monitoramento dos custos durante o tratamento dos pacientes Analisar custos hospitalares de forma contínua é essencial. Para isso, é imprescindível saber de onde eles vêm e quais processos envolvem cada investimento. A IA oferece
Como funciona a Descoberta de Processos com IA e Process Mining

No mundo dos negócios, a eficiência operacional é mais importante do que nunca e uma técnica que tem se destacado nesse cenário é o Process Mining, uma metodologia baseada em três etapas: Descoberta, Monitoramento e Melhoria de processos. Neste artigo, vamos nos concentrar na primeira e crucial etapa: a Descoberta de Processos.
Glosas: como hospitais podem evitar e como operadoras podem automatizar a identificação

Os ruídos na comunicação entre hospitais e operadoras podem gerar situações inconvenientes para os dois lados. As glosas dos planos de saúde são recusas de faturamento em razão do não alinhamento dos termos estabelecidos entre a operadora e o hospital. Quando ocorre uma glosa, o hospital acaba não recebendo pelo serviço prestado, o que pode causar sérias dificuldades no ciclo de receita. Em outras palavras, o valor não faturado pode levar a um déficit para as instituições de saúde. Neste artigo, vamos esclarecer o que são glosas, seus diferentes tipos, os impactos que podem ter e como é possível preveni-las. Continua a leitura!
3 formas de evitar ruptura de estoque na indústria

Quando uma indústria se prepara para iniciar ou intensificar a produção e enfrenta a falta de material, várias consequências podem ocorrer, afetando tanto a operação interna quanto o mercado externo. Neste momento, dizemos que há uma ruptura de estoque que é quando há falta de materiais em estoque, seja no varejo (impactando na falta do produto ao cliente final), ou na cadeia de suprimentos (interrompendo a produção e toda a cadeia de valor). Em ambos os casos, observamos que se faz necessário uma gestão da demanda eficiente. No contexto industrial, isso é essencial para evitar produção em excesso, que gera desperdícios financeiros. Da mesma forma, é necessário evitar ruptura de estoque, que representa alto risco de parada de produção, além da consequente falta de atendimento à demanda dos clientes. Neste artigo, abordamos três formas pelas quais a área de Compras pode evitar ruptura de estoque de materiais para produção. Você verá que, com uma gestão eficiente, é possível prevenir riscos relacionados principalmente a produtividade e custos. Mas, antes, vamos ver alguns exemplos em que a ruptura de estoques de produção causa consequências graves para as indústrias. Exemplos de ruptura de estoque e seus impactos A ruptura de estoque na cadeia de suprimentos pode gerar desde o atraso na produção à reputação negativa no mercado. Além disso, pode afetar a qualidade dos produtos, elevar os custos de produção e levar inclusive à perda de receita. Veja, abaixo, como cada um desses impactos pode acontecer. Ruptura de estoque: atraso na produção A linha de produção pode ser paralisada ou operada com capacidade reduzida, atrasando a entrega de produtos no mercado. Em casos de lançamentos, por exemplo, pode inclusive frustrar expectativas de clientes e investidores. Ruptura de estoque: aumento de custos A empresa pode ser forçada a comprar materiais de fornecedores alternativos a preços mais altos, aumentando os custos de produção e, consequentemente, o preço final do produto. Ruptura de estoque: impacto na qualidade Imagina uma empresa de produtos alimentícios que sofre escassez de uma matéria-prima essencial em sua fórmula original. Para garantir a entrega, a empresa pode precisar ajustar a fórmula ou substituir ingredientes, o que pode comprometer a qualidade do produto final e a satisfação do cliente. Ruptura de estoque: reputação negativa A empresa pode enfrentar críticas por não cumprir prazos ou por comprometer seus valores, como a sustentabilidade, o que pode afetar a confiança dos consumidores e a imagem da marca. Ruptura de estoque: perda de participação no mercado A incapacidade de produzir em volume suficiente pode resultar em perda de participação de mercado para concorrentes que não enfrentam o mesmo problema, além de uma diminuição significativa na receita esperada. Além disso, quando falamos em impactos como redução de custos e perda de receitas, estamos falando também da eficiência operacional do setor de Compras. A área é responsável pelo abastecimento da cadeia produtiva e tem um papel crucial na gestão de riscos relacionados à ruptura de estoque. Como a área de Compras pode evitar ruptura de estoque para produção? Para evitar ruptura de estoque, é preciso realizar um controle eficiente das atividades envolvidas no processo que vai das Compras ao Pagamento (também conhecido por Purchase-to-Pay ou P2P). O aumento do controle deste processo permite a melhoria da eficiência em todo o setor de Compras, impactando em uma melhor gestão de demandas e estoques. 1. Aumento da previsibilidade das entregas Ter um sistema de acompanhamento da previsão das entregas é importante para gerenciar o equilíbrio entre o excesso e a ruptura de estoque. Ajuda a garantir uma adequada gestão de estoque em relação à previsão de demanda e, assim, evitar a ruptura de estoque. Além disso, com maior previsibilidade das entregas, é possível realizar um planejamento mais eficiente para as próximas compras e negociações. 2. Entendimento do perfil do fornecedor Além do desafio de encontrar bons parceiros, a área de Compras precisa estar continuamente atenta à gestão de fornecedores. Não é incomum que atrasos em entregas afetem o lead time de toda a cadeia de abastecimento. A ruptura de estoque é outra consequência deste atraso dos fornecedores. Logo, é fundamental acompanhar os tempos de entrega e a conformidade dos prazos em relação ao que foi acordado. Monitorar prazos e performance de fornecedores apresentam inúmeras vantagens, como novos acordos que podem surgir a partir das análises. Isso ajuda a melhorar a qualidade das negociações, a eficiência do processo de Compras e a evitar a ruptura de estoques por atraso em entregas. 3. Gerenciamento dos estoques de segurança Qual produto é mais prioritário para Compras? E quais são os que apresentam maiores riscos de ruptura? Ter esta compreensão é fundamental para gerenciar estoques de segurança com precisão e, assim, evitar rupturas de produção. Atualmente, é possível contar com tecnologias que suportam este acompanhamento personalizado das principais necessidades do setor de Compras e da cadeia de suprimentos de cada empresa. Elas ajudam na análise preditiva de atividades da área e orientam as ações para uma eficaz gestão de riscos de estoque e as oportunidades de melhorias em produtividade e redução de desperdícios, além de evitar a temida ruptura de produção por falta de estoques ou outras ineficiências em processos. Inteligência Artificial para gestão da cadeia de suprimentos Ter uma Central de Inteligência de Suprimentos se tornou realidade para indústrias de diferentes setores com a chegada da Inteligência Artificial (IA). Essa inovação tem transformado a gestão da cadeia de suprimentos com processos mais eficientes e uma gestão orientada a dados precisos e confiáveis. Para evitar ruptura de estoque, a UpFlux é a única empresa do mercado a disponibilizar uma gestão à vista do processo de Compras por meio de uma ferramenta de Kanban. Além disso, permite uma análise detalhada da performance dos fornecedores e um dashboard inteligente para acompanhamento dos principais indicadores do setor. Abaixo, conheça as principais funcionalidades da tecnologia que podem ajudar Compras a evitar ruptura de estoques e de produção. Gestão à Vista com ferramenta de Kanban Ao se conectar com os sistemas de informação presentes nas empresas (ERP – Enterprise
4 maneiras de melhorar o giro de leitos com tecnologia

A falta de leitos hospitalares é uma forte realidade no Brasil, o que não significa que seja um fator cultural. Na verdade, diz muito sobre a eficiência da gestão hospitalar. Para mudar esta realidade, inovações tecnológicas surgem para auxiliar gestores a gerenciarem o ponta a ponta da jornada do paciente no hospital. Tecnologias de ponta, como a Inteligência Artificial, vêm ao encontro desta necessidade, contribuindo para um adequado índice de giro de leitos hospitalares enquanto garantem a segurança com a saúde e a satisfação do paciente. Neste artigo, falamos sobre como gestores hospitalares podem contar com a tecnologia para melhorar o giro de leito, um dos indicadores mais essenciais da gestão hospitalar, garantindo um atendimento mais adequado aos pacientes e otimizando o trabalho para os profissionais de saúde, além de possibilitar um melhor retorno financeiro para o hospital. Qual a importância do giro de leito? O giro de leito é um indicador que demonstra se os pacientes estão tendo um tempo de permanência adequado no hospital, tanto do ponto de vista da gestão da instituição quanto da saúde do paciente. Isso significa que ter uma boa taxa de giro de leitos impacta no ganho de produtividade do hospital e eficiência no tratamento aos pacientes, refletindo diretamente na experiência do paciente com a instituição. No entanto, alguns desafios podem ser encontrados para a adequada gestão dos leitos hospitalares. Desafios no giro de leitos Os problemas relacionados ao giro de leitos de muitas organizações de saúde podem estar diretamente ligados à falta de controle sobre os recursos, falha na comunicação dentro da organização e ao entendimento incorreto sobre os processos necessários para que o fluxo de atendimento seja seguido da maneira correta. Isso acontece de forma recorrente porque os profissionais, muitas vezes, não estão acostumados a trabalhar de maneira coordenada, e são guiados por processos fragmentados. Isso torna ainda mais complexo o entendimento da equipe sobre a jornada do paciente, não permitindo que o profissional analise oportunidades de alta ou outros aspectos que possam melhorar o giro de leitos. Quando este índice está ruim, ele prejudica a gestão de leitos, trazendo consequências negativas, como: De forma resumida, entender o ponta a ponta a jornada do paciente dentro da instituição é uma necessidade não só para que o giro de leito seja feito da forma correta, mas para que também o desfecho do cuidado ao paciente seja o melhor possível. Como resultado deste cálculo, é obtido o índice de giro de leitos. Logo, se a gestão deseja melhorar este resultado, precisa atuar na otimização do tempo de permanência hospitalar. Como usar a tecnologia para a melhorar o indicador giro de leito? A necessidade de otimizar processos e tornar a jornada do paciente mais eficiente é uma realidade dentro das instituições e impacta diretamente no giro de leitos. De acordo com o relatório Observatório da Anahp de 2024, a tecnologia desempenha um papel fundamental na eficiência administrativa: “Alto padrão de performance tecnológica possibilita celeridade na tomada de decisão por parte do gestor hospitalar.” Nesse contexto de melhoria do giro de leitos, a tecnologia pode ajudar colaborando com a otimização dos fluxos hospitalares, descobrindo, monitorando e otimizando processos a partir da extração de informações disponíveis em sistemas de informação já utilizados pelos hospitais. Por exemplo: CRMs, ERPs ou prontuários eletrônicos. Isso se aplica a diferentes processos dentro das instituições de saúde. A Inteligência Artificial em conjunto com Process Mining (ou Mineração de Processos) tem contribuído para a melhoria da jornada do paciente. A tecnologia realiza a extração de dados contidos nos sistemas de informação já adotados pelo próprio hospital. Isso permite identificar áreas com excessiva demanda ou pacientes que estão há muito tempo sem receber cuidados, por exemplo. Além disso, auxilia a gestão apontando desvios de tempo e custos nos processos. Outro uso da IA é para a emissão de alertas em tempo real sobre, por exemplo, tempos excedidos para uma etapa do processo. Isso ajuda a tornar a jornada do paciente um processo mais eficiente e, consequentemente, que o paciente receba a alta hospitalar no momento certo. 4 formas de usar tecnologia para gestão de leitos Como falamos anteriormente, a tecnologia baseada em Inteligência Artificial e Process Mining atua na descoberta, mapeamento e otimização de qualquer processo dentro das instituições de saúde. Para colaborar com a otimização do giro de leitos, essa solução pode ser aplicada em diferentes contextos, como esses a seguir. O tempo de limpeza e organização das salas, principalmente em centros cirúrgicos, determinam o intervalo de substituição entre um atendimento e outro. O tempo de setup de sala impacta diretamente no giro de leito pois, se esse trabalho é feito corretamente, é capaz de reduzir custos operacionais, atrasos entre os procedimentos, garantir maior segurança ao paciente, reduzindo o risco de infecções. O tempo de setup bem executado determina a agilidade de todas as cirurgias do dia. Com os tempos corretos de entrada e saída de pacientes, seja em leitos normais ou cirúrgicos, o giro de leitos só tem a melhorar. A ferramenta de Inteligência Artificial e Process Mining ajuda a controlar os tempos de entrada e saída dos pacientes, bem como verificar a conformidade de materiais, medicamentos e outros insumos necessários para iniciar um procedimento da maneira correta, evitando intercorrências que podem atrasar esse processo. O alto tempo de permanência hospitalar, além de ser um grave problema de gestão, pode causar danos à saúde do paciente, porque quanto maior o tempo de permanência de um paciente dentro do hospital, maiores as chances de um quadro de infecção hospitalar. Quando o tempo de permanência do paciente aumenta, pode significar que há grande variabilidade no tratamento, ou que alguns processos não estão sendo executados da maneira correta. Para ambos os casos a solução de IA e Process Mining pode ser uma alternativa. Observe que, com a ajuda da tecnologia, os hospitais conseguem monitorar a jornada do paciente, entendendo passo a passo sua trajetória e compreendendo as variabilidades do seu tratamento. Da mesma maneira, avaliando ponta a ponta o fluxo do paciente, a
Contas a Pagar: como fazer uma gestão eficiente

O processo de Contas a Pagar tem seu lugar de importância para acelerar o alcance dos objetivos financeiros das empresas. Por isso, trazemos neste artigo uma orientação sobre boas práticas para aumentar a eficiência do processo de Contas a Pagar, apresentamos sete estratégias de gestão e as tecnologias “do futuro” que têm ajudado gestores “no Agora” a impactar os resultados da área.
Shared Services (SSC): Tudo o que você precisa saber sobre a gestão de serviços compartilhados

Este artigo visa fornecer insights valiosos para ajudar gestores de SSC que já possuem seus centros de serviços compartilhados a alcançarem uma gestão de alto desempenho. Exploraremos como seu SSC pode se tornar uma grande plataforma de geração de insights para inteligência de negócios, e apresentaremos um roteiro para a maximização de valor do centro de serviços compartilhados a partir do protagonismo estratégico dos gestores e foco nos processos.
Gestão de mudanças: quando e como fazer uma estratégia de sucesso

Descubra o que é gestão de mudanças, como fazer na sua organização e como uma das maiores empresas do mundo utiliza um famoso modelo para gerenciar mudanças e guiar toda a sua estratégia de crescimento no mercado.
Inteligência artificial na Indústria: inovação e eficiência operacional

De acordo com um estudo da PwC, a inteligência artificial pode contribuir com até US$15,7 trilhões para a economia global em 2030. A Inteligência Artificial (IA) está transformando o mundo como o conhecemos, e a indústria não é exceção. Com a capacidade de analisar grandes volumes de dados, prever tendências e otimizar processos, a IA está se tornando uma ferramenta indispensável para as empresas que buscam aumentar a eficiência e a competitividade no mercado global.
Retrabalho: qual o custo deste gargalo e como controlar nas empresas?

Retrabalho é inevitável. Mas é possível controlar. Como organismo vivo, as organizações têm inerente a necessidade de adaptação a pessoas, processos, cultura e mercado. Em meio a essas esferas, a gestão também precisa se adaptar e controlar ineficiências. Com o auxílio de tecnologias, muitas delas podem inclusive ser evitadas. Mas não todas, como os retrabalhos. As atividades repetidas podem ser esperadas e aceitas em certa medida para atenderem à melhoria contínua de um determinado processo quando se trabalha com projetos ágeis. Afinal, por si só, o ágil pressupõe a disponibilização rápida de um determinado produto ou atividade em prática para experimentar, coletar feedbacks e melhorar. Essa melhoria por si só já se reflete em repetição de atividades ou correções, que também são requeridas para a gestão da qualidade. No entanto, não encontramos nas empresas apenas esse tipo de retrabalho que é parte de uma estratégia de agilidade ou qualidade. A eliminação da repetição de atividades como um todo é, sim, uma utopia. Mas é vital para as organizações o controle dos custos gerados com qualquer tipo de ineficiência, principalmente aqueles não previstos que minam a produtividade e geram gargalos em processos, podendo comprometer inclusive o core business. Portanto, é inevitável que haja retrabalho em certa medida, mas o controle é essencial para as dimensões de negócio, gestão da qualidade e gestão de pessoas nas empresas. Pois gerir o retrabalho causa impactos na eficiência, redução de custos operacionais, satisfação dos colaboradores e clientes, como veremos a seguir. O que causa retrabalho nas empresas Como vimos, a quebra de expectativa é um fator relevante para a ocorrência de correções. Desta forma, a falta de alinhamento da comunicação sobre requisitos podem levar a retrabalhos. A falha também pode está no controle de qualidade, que permitem o avanço de produtos ou atividades sem a correspondência às exigências mínimas. Isso pode decorrer, por exemplo, de falhas tecnológicas causadas por softwares ou automações erradas. Outra causa de retrabalhos é a ineficiência de processos quando esses não são bem definidos, estão desatualizados ou há falta de clareza sobre qual é o processo atual para determinado fluxo. Há ainda o fator cultural nas organizações. Quando colaboradores não são incentivados ao aprendizado e melhoria contínua, eles podem não acompanhar as mudanças que as empresas fazem para atender às oscilações do mercado. Uma possível consequência é enfrentarem frequentes repetições de atividades para correção, o que levanta um alerta para a gestão de pessoas. Retrabalho na gestão de pessoas Para a gestão de pessoas, o retrabalho deve ser tratado como consequência e causa. Do ponto de vista da consequência, pode ser decorrente da falta de uma cultura de melhoria, aprendizado e comunicação entre líderes e liderados. Já ao lado de outras barreiras para o desempenho do trabalho, pode ser uma causa de insatisfação com a estrutura da organização e seus processos. É por isso que a gestão de pessoas deve dar importância à diminuição do retrabalho, uma vez que ele afeta a produtividade e a ocupação do tempo com tarefas que poderiam, na sua maior parte, serem evitadas. Uma forma de atender a esta necessidade da área de Recursos Humanos é com a gestão da qualidade. Seu foco está na garantia da entrega do máximo de qualidade ao cliente. Para isso, é uma das suas responsabilidades gerir a expectativa do cliente e gerar eficiência para atender a esta expectativa. O que significa retrabalho na gestão da qualidade Uma das responsabilidades da gestão da qualidade é fazer a gestão dos custos. Seu objetivo é alcançar o máximo de qualidade com o menor custo possível. E como retrabalho implica em consumir mais de uma vez os recursos para produzir, ele gera custos e sinaliza uma oportunidade de melhoria. Portanto, a gestão da qualidade precisa estar constantemente atenta aos custos gerados com cada ineficiência, tal como gargalos causados por eles, que significam uma acentuação descontrolada de custos para os processos. De acordo com o artigo científico publicado na Associação Educacional Dom Bosco, os custos são classificados em: custos de prevenção, custos de avaliação, custos de falhas internas e custos de falhas externas. E o retrabalho é classificado como um custo de falha interna. Para as empresas pesquisadas, calcular custo do retrabalho foi um importante ponto de partida para uma real redução de custos a partir da tratativa de ineficiências, demonstrando que esta é uma oportunidade para os negócios aumentarem sua eficiência e lucratividade. Como diminuir o retrabalho na indústria Uma vez compreendida a importância de diminuir o custo do retrabalho para as indústrias, é preciso definir ações para que eles sejam evitados ou controlados. Como evitar o retrabalho Como mencionado no início deste texto, nem sempre é possível evitar o repetições de atividades, principalmente quando tratamos de projetos ágeis que pressupõem melhorias contínuas que podem se traduzir em correções. Mas no decorrer do artigo apontamos para alguns caminhos para os casos em que é possível evitar, como melhorar a gestão de qualidade e disseminar uma cultura de aprendizado contínuo para as pessoas. No entanto, ações pontuais não devem ser o fim. É preciso controlar continuamente os processos e suas ineficiências. Como controlar retrabalho Para esse controle, é necessário identificar quais são eles e onde ocorrem. Também é preciso entender o impacto de cada correção em um processo e tomar ações corretivas para onde há alto custo ou riscos para os negócios. Por exemplo: Imagine uma fábrica de smartphones que enfrenta um problema de retrabalho quando um lote de telas de LCD, crucial para seus produtos, apresenta defeitos. Após identificar falhas durante a inspeção, a fábrica contata o fornecedor, que confirma o erro e promete substituir as peças defeituosas. Esse processo de correção pode levar semanas, gerando riscos de parada na produção, atrasos no cronograma, perda de receitas e custos adicionais. Mas como a empresa poderia ter previsto isso, controlado os riscos e evitado todo este transtorno? Neste caso, a repetição da etapa poderia ter sido evitada se a fábrica fizesse uma contínua otimização no seu processo de Compras, diversificando fornecedores e criando estoques de segurança, por exemplo. Isso é
Análise de conformidade com IA: mais eficiência na gestão de riscos e compliance

Descubra o que é análise de conformidade e como fazer gestão de riscos e compliance na sua empresa utilizando a Inteligência Artificial.
Supply Chain: uma engrenagem complexa e essencial para a eficiência empresarial

Compreenda a cadeia de suprimentos, sua importância para as empresas e os processos envolvidos. Conheça também as tecnologias que estão ajudando gestores a garantir o fluxo contínuo das atividades e uma melhor rentabilidade a partir da perspectiva de Supply Chain.
Eficiência Operacional nas empresas: o que é, como calcular e melhorar com IA

Descubra o que é eficiência operacional, como fazer o cálculo do índice de eficiência e as estratégias para melhorar este e outros indicadores na sua empresa.
Mapeamento de Processos: o que é, como fazer com 7 técnicas e automatizar com IA

O mapeamento de processos é uma importante ferramenta para os negócios. Ela permite visualizar execuções de trabalho do início ao fim da cadeia de valor para identificar oportunidades de melhorias.
Com o avanço da tecnologia, o mapeamento manual se tornou obsoleto. A Inteligência Artificial surge como uma forma de viabilizar a mineração de processos em um detalhamento que produz valiosos insights para as empresas.
Isso ocorre porque mapear processos com IA vai além de alinhar fluxos de trabalho. Gera insights sobre todo e qualquer processo para correções de erros, redução de custos e o aumento da eficiência como um todo, aumentando o poder competitivo das empresas no mercado.
O que é Automação de processos? Ferramentas, benefícios e principais desafios

Entenda sobre a automação de processos, suas ferramentas, benefícios e como os gestores estão vencendo os principais desafios de implementação nas empresas.
O que é e como mapear a cadeia de valor organizacional

O conceito de cadeia de valor, introduzido por Michael Porter em 1985, oferece uma visão holística das operações de uma organização, ajudando a entender como o valor é agregado em cada etapa até o produto ou serviço chegar ao cliente final.
Para líderes e gestores, compreender e otimizar a cadeia de valor não é apenas uma questão de reduzir custos, mas também de identificar oportunidades para melhorar a eficiência, inovar e, consequentemente, garantir uma posição sólida no mercado. Este é um exercício contínuo que requer não apenas uma visão estratégica, mas também a capacidade de integrar tecnologias emergentes que podem desbloquear novos níveis de insight e eficiência.
Lead Time: o que é e como calcular de forma automática com IA

Em um mundo onde a velocidade é rei, as empresas estão constantemente buscando maneiras de se mover mais rápido, ser mais eficientes e superar a concorrência. Imagine uma empresa de manufatura que luta para manter a produção em ritmo com a demanda do mercado. Atrasos na produção, gargalos na cadeia de suprimentos e prazos de entrega perdidos são apenas alguns dos desafios que eles enfrentam. No coração desses desafios está um indicador crucial que muitas vezes é negligenciado: o lead time.
O lead time, o tempo que leva desde o início de um processo até a sua conclusão, pode ser o fator determinante entre o sucesso e o fracasso em um mercado cada vez mais competitivo. Mas como as empresas podem medir e otimizar o lead time? E como a tecnologia pode ajudar nesse processo?
O que é Gestão de Processos e como aprimorar com Inteligência Artificial

Para melhorar os fluxos da organização e impactar nos resultados de negócio, as empresas estão fazendo Gestão de Processos com Inteligência Artificial (IA).
Procurement: o que é e quais as 4 atividades principais

Procurement é a área onde está localizado o o setor de Compras de suprimentos de uma empresa. Engloba Sourcing, Gestão de Contratos, Compras ou Purchasing, e Contas a Pagar.
Torre de Controle de Processos: o que é e como implementar com IA

Para fazer o controle de processos, é imprescindível que gestores entendam o que acontece em cada etapa. Essa compreensão pode ser obtida a partir de tecnologias de monitoramento de processos. No entanto, o passo seguinte é ainda mais desafiador: o que fazer para corrigir um desvio de fluxo ou acabar com um gargalo? A Torre de Controle responde com exatidão a essas necessidades da gestão, fornecendo informações minuciosas sobre os problemas e insights assertivos para a correção. Neste artigo, você vai encontrar o que precisa saber como pessoa gestora para implementar uma Torre de Controle de Processos que vai empoderar suas decisões e auxiliar no atingimento das metas de indicadores chave de performance. Como implementar uma Torre de Controle de Processos Para implementar uma Torre de Controle de Processos, é necessário conectar de forma sistemática três dimensões que frequentemente são as responsáveis por gargalos na indústria: tecnologia, controle e processos. Mas o que é necessário para integrar esses pontos? Tecnologia É necessário ter um sistema integrador de dados que comunique e faça o reporte das ações integradas entre sistemas. Essa integração multifatorial irá trazer os diferenciais da visibilidade de ponta a ponta e do monitoramento em tempo real das atividades operacionais. Pessoas As pessoas precisam ser capacitadas nas tecnologias adotadas para compreender para onde cada informação é enviada e o que se pode extrair de cada sistema. Além do treinamento técnico, a cultura de melhoria contínua precisa estar bem estabelecida para que todo o potencial da Torre de Controle possa ser usufruído para os negócios. Processos Todos os processos precisam estar tabulados, computados e bem definidos para gerar processos operacionais padronizados para qualquer nível de gestão — operacional, tático e estratégico. Esses procedimentos agrupados farão com que a Torre de Controle seja consolidada. Inteligência Artificial para Torre de Controle O avanço dos usos da Inteligência Artificial na indústria chegou ao monitoramento de operações para amplificar o poder de análise. Tecnologias com base em Inteligência Artificial e Process Mining criam uma base sólida para o desenvolvimento de torres de controle altamente eficazes. Uma Torre de Controle com IA e Process Mining: A IA aumenta o poder de análise de duas das três esferas que compõem uma varredura eficaz da Torre de Controle. Traz à luz o mapeamento detalhado de processos com fluxos reais, descobrindo não linearidades. Também detalha em tempo e frequência as atividades desenvolvidas pelas pessoas em cada etapa. Tudo isso visando encontrar e tratar ineficiências que afetam as entregas da cadeia produtiva e impactam na competitividade no mercado. Torre de Controle de Processos Industriais A tecnologia de IA e Process Mining tem sido utilizada como primeiro passo para o desenvolvimento de Torres de Controle de Processos Industriais vitais, como: Torre de Controle Logística e Torre de Controle da Cadeia de Suprimentos. Torre de Controle Logística Torre de Controle da Cadeia de Suprimentos Além de desenvolver uma Torre de Controle para alcançar mais eficiência operacional, algumas empresas já têm inclusive avançado para uma etapa seguinte. Mas como ir além de uma central que já extrai o máximo de informação das operações? Command Center: uma evolução da Torre de Controle O alto nível de análise já alcançado pela Torre de Controle pode ser aprimorado nas empresas por meio de um Command Center. Ele sai de uma dimensão exclusivamente empresarial e avança para uma visão ampla do mercado. Vamos entender mais? Quais os benefícios de um Command Center? Um Command Center potencializa os benefícios de uma Torre de Controle, gerando: Como citamos anteriormente, além das indústrias, o setor da saúde também tem se beneficiado de soluções para otimizar processos e aumentar e qualidade dos seus atendimentos. Recentemente, a solução foi implementada no Hospital Unimed Serra Gaúcha, em Caxias do Sul (no estado do Rio Grande do Sul, Brasil), a partir de uma parceria entre a Unimed Nordeste-RS e a UpFlux. O centro de comando recém-inaugurado utiliza a tecnologia de IA e Process Mining da UpFlux para fazer o monitoramento de ponta a ponta da Jornada do Paciente, do Pronto Atendimento à Desospitalização. A iniciativa é uma “inovação disruptiva” para o setor, de acordo com o site da instituição. Com essa nova forma de trabalhar, a singular da maior cooperativa de médicos do mundo pode agora aumentar a sua inteligência de decisão com um Command Center. Mas, antes, ela seguiu alguns passos para desenvolver uma estrutura que alimentaria a Torre de Controle e, posteriormente o centro de comando. 5 passos para aumentar a inteligência de decisão com IA Para compreender como gerar informações mais precisas e confiáveis que embasam decisões assertivas, é necessário voltar aos pilares já mencionados de uma Torre de Controle: processos, pessoas e tecnologia. Logo, é necessário desenvolver Process Intelligence com uma tecnologia integradora de dados entre pessoas e processos. E se o Command Center é permite alcançar o ponto mais alto da inteligência de decisão, é preciso percorrer essa jornada com o máximo de acuracidade dos dados (ou seja, considerando sua forma e conteúdo). Os passos a seguir são o caminho para avançar neste sentido, pois considera os dados de origem partindo de fontes confiáveis e garantem que sejam formatados da maneira mais favorável para que as empresas alcancem o máximo de inteligência de decisão: Os passos 1, 2 e 3 são alcançados com a tecnologia de IA e Process Mining da UpFlux. Ela mapeia dados a partir de sistemas de informação e aponta ineficiências visando o aumento da eficiência operacional. A seguir, é possível desenvolver uma Torre de Controle de Processos a partir desse mapeamento detalhado e minucioso das operações. Ao final, o Command Center é gerado incorporando informações do mercado à inteligência de processos já gerada com a UpFlux. UpFlux é o 1º passo para aumentar a inteligência de decisão Com reconhecimento nacional e internacional, UpFlux é a IA número 1 em Otimização de Processos na América Latina. A tecnologia já ajudou empresas de diferentes setores a gerarem Process Intelligence. Ela contribui para o desenvolvimento de Torres de Controle e Command Centers que aumentam a eficiência operacional e a
Como potencializar a análise de Processos com Inteligência Artificial?

A análise de processos é uma técnica utilizada para entender e melhorar o desempenho de um processo em uma empresa. Ela permite identificar ineficiências, otimizar fluxos de trabalho e reduzir desperdícios, com o objetivo final de aumentar a eficiência e os resultados da organização.
sim contínuo, já que processos devem ser constantemente aprimorados para manter a competitividade da empresa.
Se você é gestor ou responsável por um processo e precisa melhorar sua performance, continue nesse blogpost. Você vai conhecer mais a fundo os benefícios dessa técnica, as ferramentas e tecnologias mais usadas e dicas práticas para aplicar em sua realidade.
Vamos lá?
Como melhorar o On-Time Delivery (OTD) de Compras?

Garantir que os materiais que a empresa precisa cheguem no prazo é uma das principais responsabilidades de Compras. Não é por acaso que On-Time Delivery (OTD) é uma importante métrica de Purchase-to-Pay. Ela impacta em um dos indicadores chave de performance do setor: Cost Avoiding. O aumento de custos do processo é uma grave consequência de entregas fora do prazo. Quando antecipadas, há o risco de gerar problemas para o estoque. Dependendo do material, pode não haver a possibilidade de alocação correta. Já quando realizada após a data combinada, há implicações de outras naturezas. O atraso com tempo elevado pode prejudicar o andamento das atividades de outros setores da cadeia de suprimentos. O descumprimento de alinhamentos pode inclusive prejudicar o relacionamento entre áreas. Enquanto o não atendimento de expectativas quanto à entrega de materiais críticos pode levar até mesmo a paradas na produção. Por esses e outros motivos, a taxa de entregas no prazo merece ser tratada com a relevância que este compromisso ocupa nos negócios. Melhorar o On-Time Delivery de Compras deve ser prioridade para o setor. E o aprimoramento deste indicador requer uma maior atenção a negociações e parcerias. Gestão de Fornecedores para aumentar percentual de entregas no prazo Seus fornecedores foram escolhidos considerando reputação, experiência e preço. A pontualidade na entrega também foi um fator observado para selecionar parceiros. No entanto, a taxa de On-Time-Delivery se mantém baixa, prejudicando a sua gestão de estoque e outras relações com setores afins da cadeia de suprimentos. Parafraseando Simon Sinek, vamos começar pelo “por quê”? Primeiramente, é preciso considerar a complexidade da escolha de fornecedores. Sabemos que Cost Saving é um dos indicadores mais cruciais para Purchase. No entanto, esse não deve ser o principal motivador para o estabelecimento de parcerias. Imagine ter um fornecedor com ótimo custo mas que não cumpra o que foi acordado quanto ao pedido, quantidade e data de entrega. Ele pode acarretar prejuízos maiores do que aquele maior custo de compra que foi evitado ao descartar fornecedores com preço mais elevado. Por outro lado, a culpa não pode recair somente sobre o fornecimento. Gerentes globais de Supply Chain de indústrias líderes de mercado já estão aderindo a inovações em tecnologia para aumentar a visibilidade da cadeia de suprimentos e alcançar sucesso nos principais indicadores, como Saving, Cost Avoidance e On-Time Delivery. Mas o que eles têm feito? Inteligência Artificial para Processo de Compras A gestão da compra precisa ter uma contínua análise de riscos para o negócio. Hoje, existem tecnologias como a Inteligência Artificial (IA) que estão à frente quando o assunto é análise de dados, acompanhamento de operações e otimização de processos. Quando utilizada junto à abordagem de Process Mining (Mineração de Processos), a IA ajuda gestores do setor a visualizar com alto índice de granularidade o que acontece no processo de Purchase-to-Pay (P2P). Também contribui para o acompanhamento em tempo real das operações e possibilita automações com alto valor para os negócios. É assim que gestores do setor em companhias referência estão conseguindo gerar mais eficiência no processo como um todo. Eles fazem ajustes finos que vão impactar o On-Time Delivery e evitam prejuízos resultantes de uma baixa taxa deste indicador. Mas não é o OTD que as empresas estão otimizando. Elas estão aumentando a eficiência de todo o processo de Compras com a IA. Por isso, para compreender como a tecnologia ajuda no cumprimento de prazos dos fornecedores de Compras, vamos entender primeiro como ela funciona para o P2P. Mais eficiência no processo de P2P com IA A Inteligência Artificial aumenta a eficiência do P2P gerando insights a partir de dados dos sistemas que as empresas já utilizam para registrar atividades relativas às Compras. Ao compreender todas as atividades envolvidas e os momentos em que acontecem, a IA faz um mapeamento do processo. Ela gera uma visualização dinâmica que permite explorar em detalhes tudo o que acontece, tanto de forma retroativa quanto em real time. Com todo este detalhamento, a gestão consegue ter um fácil entendimento de problemas, como erros, gargalos e retrabalhos, que estão afetando a performance do processo. Além disso, consegue extrair insights valiosos de oportunidades de melhoria para diminuir o cycle time. Foi o que aconteceu com uma empresa de bens de consumo que reduziu em 30% o lead time de Compras com a IA da UpFlux, empresa referência em aumento de eficiência de processos vitais da indústria. Como a IA ajuda o setor de Compras a aumentar a taxa de entregas no prazo? A taxa de On-Time Delivery dos fornecedores de Compras pode ser aprimorada com a ajuda da IA. Ela permite previsibilidade, controle e análise de padrões. Previsibilidade A plataforma da UpFlux faz o mapeamento de ponta a ponta do processo. Desta forma, permite visualizar o andamento em real time de tudo o que está para chegar, de quem vem e a previsão de entrega de acordo com o prazo combinado. Assim, é possível o gerenciamento do recebimento de mercadorias. E não só para garantir que aconteça na data desejada e aumente o On-Time Delivery. Em caso de atrasos ou adiantamentos inevitáveis, permite realizar uma compra emergencial para suprir ou até preparar os demais setores para lidar com uma situação adversa. Controle Com a Inteligência Artificial, é possível definir regras de emissão de alertas para evitar riscos. Por exemplo, quando está próximo da data combinada para a entrega (faltando 1 a 2 dias) ou no próprio dia da previsão de recebimento. Ao receber esses alertas programados, é possível contactar o fornecedor ou transportadora para entender onde está o item comprado, quais são os riscos reais de atraso, extravio ou outros problemas que possam impactar o OTD. O acompanhamento é crucial para controle e gerenciamento dos produtos críticos para a produção, evitando gargalos na cadeia de suprimentos. Análise de padrões Além desse gerenciamento que acontece em tempo real, a plataforma de Inteligência Artificial da UpFlux permite fazer análises retroativas. Elas mostram o que aconteceu em entregas anteriores que possa ter afetado o On-Time Delivery. Há diferentes tipos de padrões que podem ser identificados. A IA facilita